Chaveiros
Tiramos o chaveiro vinte vezes por dia sem pensar. Ao chegar, ao sair, ao procurar no fundo da bolsa. É o objeto mais comum do mundo, e é exatamente por isso que gravamos algo nele.
Um nome recortado no aço. Uma data cercada por um coração em um mês de calendário. Ou um chaveiro para cada membro da família, que se unem em uma única peça. Gravado no metal e não impresso, ele atravessa molhos de chaves, bolsos e anos sem se apagar. É o presente ideal para quem não usa joias.